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  • “Gay, veado, se pegar, tem que matar essa desgraça. O mundo não é pra isso, as aberrações” diz médico

    Segundo Angélica Santana, de 27 anos, elas turismóloga, elas não estavam trocando carícias tudo corria bem Quando o médico chegou perto delas e de uma amiga e elas o advertiram: “Não encosta nela, ela não quer nada com você” e “Não toca na minha namorada”. O que bastou para o homem disparar os xingamentos aos homossexuais, ela gravou um vídeo do momento da discussão
    “O mundo não é para isso. As aberrações… Esquece isso. Vai atrás de um homem bom para você e casa, vai ter filho. Isso é o normal. Vocês querem o anormal? Vocês vão lutar… No dia que você pular no rio você nada contra a correnteza”, disse ainda o médico para as moças.

  • Atirador de Orlando seria gay mas não se aceitava afirmam testemunhas

    Segundo sua ex mulher, Sitora Yusufiy, com que foi casado alguns meses em 2009, afirmou que Marteen era gay e que teria revelado a ela seu passado homossexual. Separada por causa do temperamento do atirador, Sitora, hoje casada com um brasileiro, revelou ainda que o pai o humilhava publicamente e o chamava de “gay”.

  • Com pedido de casamento, Rio 2016 dá visibilidade à causa LGBT

    A entrada da modelo transexual Lea T à frente da delegação brasileira na abertura da Olimpíada, na última sexta-feira (5), foi o começo de uma semana em que a visibilidade da população LGBT teve presença nos jogos do Rio de Janeiro. 

  • DCE da UFRJ e Rio Sem Homofobia cobram política contra cultura do ódio

    Após o assassinato do estudante Diego Vieira Machado, encontrado morto na tarde de sábado (2) no campus da Ilha do Fundão da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Programa Rio Sem Homofobia, do governo fluminense, e o Diretório Central dos Estudantes da UFRJ Mário Prata pediram providências para garantir a segurança dos estudantes e combater a cultura do ódio dentro da universidade, já que existe a suspeita de que o crime tenha sido motivado por homofobia ou racismo.

  • Drag Queen Rainha do Bate Cabelo de Curitiba quase acaba morta depois de sofrer ataque de ódio

    Nicolas Ferreira, 19, mais conhecido como Paolla Massafera, coroada rainha do bate cabelo de Curitiba no mês passado, em evento na Cats Club, foi vítima de um brutal ataque homofóbico, ou transfóbico, nesta quinta-feira, por volta das 22h da noite, quando saía para ir para o Centro de Curitiba.
  • Homem é barrado de ser padrinho em igreja católica

    Não adianta o papa pedir, alguns padres católicos ainda vivem na Idade Média. Quem percebeu isso foi o português Miguel Alcaide, 45, de Praia de Mira, Portugal, que foi convidado para ser padrinho de crisma de um adolescente institucionalizado em uma instituição religiosa. Horas antes da cerimônia, foi informado que não poderia ser o padrinho por ser casado com outro homem.
  • Jornal turco chama 'pervertidos' as vítimas do atentado em Orlando

    Segundo informação do diário britânico um jornal turco que apoia o presidente da Turquia Erdogan classificou de "pervertidos" às vítimas do tiroteio em Orlando (Flórida, EUA).
    50 pessoas morreram neste domingo (12) e outras 53 ficaram feridas em um clube gay, quando um homem de 29 anos, Omar S. Mateen, invadiu a boate Pulse e abriu fogo indiscriminado contra os presentes enquanto sorria, segundo relatos de sobreviventes.

  • Polícia investiga se morte de estudante da UFRJ tem relação com homofobia

    A Delegacia de Homicídios está investigando a morte de estudante da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Diego Vieira Machado, cujo corpo foi encontrado na tarde de sábado (2) no campus da Ilha do Fundão. O Programa Rio Sem Homofobia, do governo fluminense, repassou à polícia a informação de que tanto Diego quanto outros estudantes gays e negros vinham recebendo ameaças.

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